Matulacultural’s Weblog


MANDIOCA LOCA – FOTOS SOM DA CONCHA
Abril 26, 2008, 2:09 pm
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Registro da fotógrafa Célia Nazarko do show realizado em 13 de abril de 2008 pela banda MANDIOCA LOCA no projeto Som da Concha.

Integrantes

Rodrigo Teixeira (voz, violão e guitarra)
Fernando Bola (bateria e vocal)
Anderson Rocha (guitarra)
Alex Mesquita (baixo)
Alex Cavalheri (teclados)

Para ver mais fotos do Mandioca Loca clique AQUI!



Série Audioentrevista 03 • MESTRE AGRIPINO
Abril 22, 2008, 3:07 pm
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Áudio da entrevista com o Mestre Agripino, “fazedor” de viola-de-cocho morador de Corumbá (MS)



Série Audioentrevista 02 • ANDRÉA FREIRE
Abril 22, 2008, 2:52 pm
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Áudio da entrevista com a atriz, diretora e produtora cultural sul-mato-grossense Andréa Freire!



Mandioca Loca estréia novo visual no Som da Concha
Abril 16, 2008, 2:47 pm
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No último dia 13 de abril o grupo Mandioca Loca foi a atração principal do projeto Som da Concha, realizado na Concha Acústica do Parque das Nações Indígenas.

Durante a passagem de som muitas araras sobrevoaram o palco. Apesar da chuva, não faltou energia na apresentação do quinteto que estreou novo visual no evento, fazendo uma grande homenagem a toda a nação indígena brasileira.

No dia seguinte ao show, o jornalista e crítico Oscar Rocha, do Correio do Estado, escreveu:

…o veterano Rodrigo Teixeira, que aos poucos se afasta da carreira solo e se filia integralmente à banda que criou: Mandioca Loca. São eles, Anderson Rocha (guitarra), Fernando Bola (bateria), Alex Mesquita (baixo) e Alex Cavalheri (teclados).

… Mandioca Loca, capitaneada por Rodrigo Teixeira, faz questão de fincar bandeira em torno da identidade de onde produz sua música.

Não tinha muitas expectativas com o Mandioca Loca. O motivo era o show de Rodrigo Teixeira visto há cerca de 7 anos no Sesc Horto. Lá observei que a idéia em torno da polca rock não se frutificou, no caso dele, diante de composições fracas, sem grandes achados. Agoraele, sabiamente, soube costurar no repertório criações próprias ao lado de músicas de outras fontes. A sacada foi se aproximar de autores que tem afinidade com sua música.

O mínimo que a apresentação teve foi unidade, porém, não ficou apenas nisso. As canções de Simona, Geraldo Espíndola, Marlui Miranda, Jerry Espíndola e as próprias estavam bem dosadas no roteiro, mostraram que se está diante de um vocalista que busca ultrapassar fronteiras, tendo orgulho de onde está. Em vários momentos consegue.

Perto do final, como num ritual de guerra, a pintura no rosto dos músicos remete a isso, Rodrigo circulou pelo palco com desenvoltura, sabendo que no rock o tempo é quase inexistente: trintões, quarentões e pós-adolescentes podem se divertir numa boa e, o que é melhor, com o público junto.

No caso da Mandioca Loca, que venha o CD. Se a banda souber traduzir no estúdio a proposta do palco, com certeza teremos um bom lançamento em 2008.



Cult Press 10 • Titãs no embalo popular
Abril 5, 2008, 4:12 am
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Com quase 2 milhões de cópias vendidas do disco Acústico e aproximadamente 200 apresentações na última turnê, os sete integrantes do Titãs parecem ter redescoberto a fórmula do sucesso. O CD Volume 2, lançado há pouco mais de um mês, já bate a casa das 400 mil cópias vendidas, marca só superada em 16 anos de estrada pelo álbum anterior, que foi produzido em conjunto com a MTV para comemorar uma década e meia do nascimento do conjunto paulistano. “Assimilamos a sonoridade acústica com o que sabemos fazer de melhor, que é rock’n roll. Esta é a fórmula do novo disco que estamos levando para o palco“, descreve o vocalista Paulo Miklos.

Com 16 faixas, o repertório do Volume 2 segue a mesma linha do Acústico, pois mistura antigos sucessos com novas composições. Os garotos gravaram velhos hits com arranjos diferentes. Caso de Sonífera Ilha, que virou um ska, Insensível, que ficou com andamento mais lento, e Não Vou Me Adaptar, agora em ritmo de balada. Mas foi a interpretação de E Preciso Saber Viver, da dupla Roberto Carlos e Erasmo Carlos, que puxa o disco. Ela foi eleita música de trabalho pela gravadora WEA e está como a mais tocadas nas rádios há mais de um mês.

A primeira vez que o grupo tocou É Preciso Saber Viver foi no especial de final de ano de Roberto Carlos para a Globo. O resultado foi tão bom que ela foi incluída no disco. “É a gente forçando os limites. Somos caóticos por natureza“, gaba-se o guitarrista Marcelo Fromer. “O nosso público tem de saber que pode ser surpreendido“, teoriza o guitarrista Toni Bellotto.

Mas embora a música tenha caído no gosto popular, o Titãs não se livraram de críticas de que estariam ficando comerciais e buscando o sucesso fácil. “Uma banda que grava Cabeça de Dinossauro e É Preciso Saber Viver não precisa provar nada a ninguém“, esnoba o baixista e vocalista Nando Reis. A inclusão da música da dupla Roberto e Erasmo e o fato da banda ter resolvido apostar num disco com os mesmos moldes do anterior – que tirou o Titãs de uma fase de baixíssimas vendagens marcada pêlos pesados Tudo Ao Mesmo Tempo Agora, de 91, Titanomaquia, de 93, e Domingo, de 96 -, também foi devido ao sucesso alcançado. Mas não apenas por isso. “Também por uma necessidade artística. Mas dificilmente vamos repetir a dose, pois a fórmula já se esgotou“, promete o tecladista Sérgio Britto.

Os músicos do Titãs reconhecem, no entanto, que o disco Acústico fez com que mudassem a concepção do CD Volume 2. Em vez de composições coletivas – que muitas vezes eram de um integrante e que todos assinavam -, cada um dos sete integrantes do grupo pôde se manifestar e o trabalho ganhou em diversidade -uma marca do grupo nos primórdios. “Agora o enfoque está muito mais nas canções do que nos arranjos“, ressalta Paulo Miklos. Mesmo assim, o grupo gravou duas músicas coletivas: Era Uma Vez e Senhora e Senhor. As faixas inéditas solitárias são Amanhã Não Se Sabe, de Sérgio Britto, Sua Impossível Chance e Eu e Ela, de Nando Reis, e Caras Como Eu, de Toni Bellotto. “Nós chegamos com as canções prontas e os arranjos adiantados no estúdio“, conta Britto.

Outra mudança no estilo do grupo ao gravar o novo CD foi convocar músicos especializados em seus instrumentos para dar uma maior musicalidade aos arranjos. O grupo Fat Family, por exemplo, foi convocado para cantar o refrão de É Preciso Saber Viver. “Não nos conhecíamos e achei átimo o trabalho deles“, elogia o guitarrista Marcelo Fromer. Além do produtor Liminha, do maestro Jacques Morelenbaum – que assina a maioria dos arranjos de cordas e metais -, do per-cussionista Ramiro Mussoto e do tecladista William Magalhães, é o gaitista Flávio Guimarães que foi o convidado que mais chamou a atenção da banda. “Ele puxou os arranjos para o blues. Estilo que nunca havíamos explorado“, confessa Britto.

* Publicado em Cult Press, da Agência Carta Z Notícias (RJ), em 17/11/98



SELECIONADOS FMIC/2008
Abril 4, 2008, 11:05 am
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Atenção comunidade!

Abaixo a lista dos projetos aprovados pelo Fundo Municipal de Inventimentos Culturais (FMIC) = a divisão do valor destinado pela prefeitura de Campo Grande (MS) à cultura = R$ 250 mil + R$ 94 mil (quase 20 mil ficam para os projetos da própria prefeitura).

Lá vai:

Aprovados FMIC/2008

Projeto – Proponente – Executor – Valor Aprovado

MÚSICA

• CD Tostão & Guarany – 25 Anos De Estrada – Pereira e Padilha LTDA – Evânio Vargas Padilha – R$ 15.510,00

• CD Santo de Casa – Rodrigo Kampa – Rodrigo Kampa – R$ 17.630,00

• CD Folia à Brasileira – Anílton Lúcio Cordeiro – Anílton Lúcio Cordeiro – R$ 17.990,70

• CD João Lucas & Walter Filho – Walter Filho – Walter Filho – R$ 18.000,00

• DVD Chalana de Prata – Karla Aragão – Paulo Simões – R$ 18.000,00

• Impacto Percussão – Associação de Cultura e Lazer do Aero Rancho – Associação de Cultura e Lazer do Aero Rancho – R$ 17.970,00

AUDIOVISUAL

• 6º Festival de Cinema de Campo Grande – CineCultura – Luana Salomão – R$ 17.975,00

DANÇA

• Embrujos de España – 20 Anos – Cibele Pedroso – Cibele Pedroso – R$ 17.000,00

• Ópera Cavalleria Rusticana – Edineide Dias De Oliveira – Edineide Dias De Oliveira – R$ 17.939,20

LITERATURA

• Histórias – Poemas Para Boi Dormir – Sandra Andrade – Sandra Andrade – R$ 17.800,00

• História de Pioneiros – Odontologia em Mato Grosso Do Sul – Edna Yoshiko – Nildes Prieto – R$ 17.965,50

• 2ª Edição Livro Chão Batido – Marlei Sigrist – Marlei Sigrist – R$ 18.000,00

• O Mundo dos Animais – José Roberto Lobato – José Roberto Lobato – R$ 6.765,60

ARTESANATO

• Projeto Fazendo Arte na Comunidade – Uneart – Uneart – R$ 16.455,00

• Oficina de Tramas Comunitária – ASSUMAAM – ASSUMAAM – R$ 14.999, 00

Aprovados Fomento Teatro 2008

Projeto – Proponente – Executor – Valor Aprovado

CAPACITAÇÃO TEATRAL

• Oficina De Teatro De Animação – Marcos Moura – Marcos Moura – R$ 9.751,34

MONTAGEM E APRESENTAÇÃO DE ESPETÁCULOS

• Dorotéia – Associação Cultural Oficina De Criação Teatral – Associação Cultural Oficina De Criação Teatral – R$ 13.502,00

• Guaicuru – Histórias de Admirar – Teatral Grupo De Risco – Teatral Grupo De Risco – R$ 13.466,00

• Teatro e Literatura – Repertorio in Cena – Nill Amaral – Nill Amaral – R$ 13.185,00

• Amor por Anexins – Ramona Rodrigues – Ramona Rodrigues – R$ 9.723,00

• O Sapo Encantado e Outras Histórias – Amélia Rocha Moreira – Amélia Rocha Moreira – R$ 11.053,00



Mandioca Loca no Som da Concha no domingo 13 de abril
Abril 1, 2008, 1:48 pm
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Rodrigo Teixeira&Mandioca Loca é a atração principal do projeto Som da Concha, uma opção para escutar música ao vivo no final da tarde de domingo. O concerto acontece no dia 13 de abril (domingo) na Concha Acústica Helena Meirelles, localizada no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande. O evento é uma realização da Fundação de Cultura de MS (FCMS) e a entrada é gratuita. A abertura ficará a cargo da banda Jennifer Magnética a partir das 17h30.

O show será o pré-lançamento do primeiro disco do grupo Rodrigo Teixeira&Mandioca Loca, previsto para ser lançado em junho de 2008. O repertório será formado pelas canções do novo disco, com músicas inéditas e releituras de autores consagrados do Estado, como Geraldo Espíndola e Geraldo Roca.

Os integrantes do grupo são Rodrigo Teixeira (voz e violão), Anderson Rocha (guitarra), Fernando Bola (bateria), Alex Mesquita (baixo) e Alex Cavalheri (teclados). O show deve contar com a participação especial do compositor Geraldo Espíndola, que está presente no disco da banda na faixa Fogaréu, que será interpretada no show da Concha.

A história de Rodrigo Teixeira&Mandioca Loca começou em 1990, quando Rodrigo Teixeira partiu para a carreira solo após ter sido vocalista da banda Olho de Gato entre 1988 e 1989. Desde então, o cantor e o baterista Bolão tocam juntos, formando juntamente com Pedro Ortale, o primeiro núcleo a desenvolver o que se convencionou chamar de polca-rock – a mistura dos ritmos fronteiriços como polca e guarânia com uma linguagem rock’n roll. Integraram-se ao grupo posteriormente Anderson Rocha, Alex Mesquita e, mais recentemente, Alex Cavalheri.

Entre as músicas que o público vai apreciar no show do Som da Concha está o rock Mixórdia, cujo videoclipe já ultrapassou os dois mil e quinhentos acessos no site YouTube.

O grupo já tocou em vários eventos – como Temporadas Populares (abertura Pato Fu) e Festival de Inverno de Bonito (2004) -, e participou da coletânea Novidade Nativa e do disco GerAções. Em dezembro de 2004 representou o MS no festival Gira Palermo, em Assunção (Paraguai).

Com 20 anos de estrada, Rodrigo Teixeira&Mandioca Loca brinda o público com uma performance eletrizante regada a doses cavalares de rock genuinamente sul-mato-grossense. Os figurinos do grupo são assinados pela estilista Nani Valdez.